A história

De dev a dono, à vista de todos.

Vinte anos construindo o valor dos outros — até virar o veículo que constrói o meu.

01

O menino que falava máquina

Comecei a programar aos 11 anos, em 2006. Software nunca foi profissão escolhida — foi língua nativa. Enquanto os outros aprendiam a usar o computador, eu aprendia a fazer.

02

Vinte anos nos bastidores

Botpress, Rasa, IBM, CBF, Corinthians, Ligatech. Construí sistemas que movem coisas de verdade — bilheteria e sócio-torcedor de alguns dos maiores clubes do país. Virei mestre do ofício. Mas sempre construindo o valor dos outros.

03

"Tenho uma ideia, vamos fazer juntos"

Todo dev ouve isso, todo ano. Eu ouvi por 20 anos — e quase sempre o acordo era a favor de quem teve a ideia, não de quem construiu. Um dia a chave virou: eu não preciso dizer sim a cada ideia. Preciso de um veículo.

04

De dev a dono

Agosto de 2025. Abri um escritório. Não virei empresário num palco nem numa rodada — virei no dia em que abri uma porta e assinei um CNPJ.

05

O técnico aprende o jogo de dono

Vender pra grandes. Montar empresa. Importar da China. Navegar regulatório. Paraguai, Lei de Maquila. Descobri que software profundo + execução no físico é um superpoder raro.

06

O veículo: Nanpos

Nanpos é onde construo a infra que falta no Brasil: mobilidade autônoma (Bex), dados e protocolos (Findera, GeoFeed), e o resto. Por quem sabe escrever o código e apertar o parafuso.

07

À vista de todos

A crença que organiza tudo: computadores cada vez mais integrados à realidade física. E a forma: construindo em público — porque a travessia é, ela mesma, a história que vale contar.